(Felipe GilDireto)
A diretora do juizado especial cível do aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, disse nesta quarta-feira que não há como obrirgar as empresas aéreas a aceitarem bilhetes de passageiros vendidos pela BRA. Maria Luiza Negretti afirmou que não pode dar garantias de embarque para os clientes da BRA que procuram o juizado.`Não há como obrigar uma empresa a cumprir o contrato firmado por outra`, disse Maria Luiza.O juizado especial cível do aeroporto de Cumbica registrou nesta quarta-feira seis reclamações contra a BRA e em nenhuma delas houve consenso. De acordo com a diretora do juizado, as reclamações foram sobre reembolso de valores de passagem e realocação de vôos.As reclamações serão encaminhadas para os juizados das cidades de origem dos passageiros, onde deverão ser realizadas audiências para se chegar a uma decisão.Segundo a diretora, em um dos casos de ressarcimento, o representante da BRA ofereceu o pagamento de 20% do valor da passagem paga por um consumidor, o que não foi aceito. Ela considerou o movimento abaixo do esperado.
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