Em outra oportunidade postei no meu blog uma reportagem sobre o deputado Jair Bolsonaro, quando ele foi um tanto polêmico na situação de distribuição do famoso “KIT GAY” nas escolas de primeiro grau. Na verdade, não foi nada demais, um pouco de fermento por parte de todos os sensacionalistas manipuladores de idéia e outro pouco de fermento por parte dos manipulados, ou seja, a grande parte da sociedade hipócrita e de olhos vedados que se deixam levar pelo pessimismo de que nada mais adianta, tem que se deixar levar pelas idéias dos outros, que é o fim do mundo, que não tem mais jeito, pensamentos exatamente na linha de raciocínio que os políticos querem, pois desta forma polêmica ficam jogando as atenções por sobre algo para fazerem os seus delitos silenciosos.
Como prova de um poder manipulador, segue abaixo link do vídeo do deputado em uma entrevista um tanto controvertida fornecida com atenção ao programa CQC da BAND. Um dos apresentadores, se não me falha a memória é o Sr. Marcelo Taz. Ficou um tanto quanto chateado com a entrevista, pudera, pois no final vocês verão uma declaração informando que ele é pai de uma pessoa que decidiu para o homossexualismo, que ele tem muito orgulho, etc e tal.
Acontece que não pude ver em nenhum momento o Sr. Deputado falando em racismo claro, em homofobia, defendia sim a situação de não ser liberada esta vergonha toda na rua, local onde pessoas de respeito vivem. Em nenhum momento no vídeo pude constatar informações que alguém que parte para o homossexualismo é menos inteligente do que os outros. Que tem menos capacidade em algo do que os outros. Muito pelo contrário, vemos homossexuais em todas as áreas, assim como as mulheres, que outrora não apareciam.
Também verão políticos querendo formar opiniões sobre o Deputado Jair Bolsonaro.
Eu mesmo não sou homofóbico, tenho vários conhecidos gays, lésbicas, em momento algum faço menção sobre a opção sexual de cada um. Muito pelo contrário, converso com todos, já tive vários colegas de trabalho assim e sempre foram bem elogiados. Mas repudio completamente a forma de andar de mãos dadas, adoção, afeto ao público, enfim, e por aí vai.
Como vocês poderão ver no vídeo, o Deputado mesmo fala que dentro de quatro paredes faz-se o que bem entender, mas que na rua, caso não seja homem e mulher, fere o conceito bíblico, e mais do que isso, o conceito da carta mãe do Brasil, a Constituição federal, que no seu princípio ou forma básica, considera casal familiar para efeitos de proteção de estado, homem e mulher, ou seja, todo o ser que é capaz de gerir descendentes. Como dois homens podem gerir filhos? E duas mulheres? E como irão adotar uma criança e quando esta crescer explicar que são dois homens, que fazem tudo o que um casal normal fazem mas que não podem ter filhos? Que a opção sexual deles não é a correta e normal? Que a criança não deve ser influenciada pela opção sexual dos responsáveis (sim, porque não dá para chamarmos de pais, certo? Ou eu estou errado também)?
Bom, eu não vou me alongar para depois não ser julgado como formador de opinião, mas vejam com seus próprios olhos, digo, acessem o link abaixo:
Nenhum comentário:
Postar um comentário